Reconhecimento nacional e mundial

Artistas chilenos têm presença no circuito internacional com prêmios, bolsas de estudos e exposições em importantes museus e bienais.

miércoles, 28 de julio de 2010  
“Lota el silencio, 2000”, de José Balmes Photo: Detalle Obra “Lota el silencio, 2000”, de José Balmes

Em 1957, Roberto Matta, talvez o último surrealista, também com forte influência no cenário artístico dos Estados Unidos nos anos 40 e 50, apresentou uma retrospectiva de suas pinturas no Museu de Arte Moderna de Nova Iorque.

A obra de Catalina Parra também chegou ao MoMA em 1981 depois de receber a Bolsa Guggenheim, filha de Nicanor e sobrinha de Violeta.
Gonzalo Diaz, Prêmio Nacional de Arte, também recebeu as duas distinções além de expor em Paris, no Centro George Pompidou.

Enquanto isso, Enrique Zañartu mostrou sua obra no Museu Guggenheim, e Guillermo Nuñez, no Museu de Arte Contemporânea da América Latina, nos Estados Unidos. Também receberam a Bolsa Guggenheim, Arturo Duclos, Mario Toral, Alberto Pérez e John Downey, entre outros.

Gonzalo Díaz originalmente desenvolveu sua educação na Escola de Belas Artes, da Universidade de Chile, com professores como José Balmes e Rodolfo Opazo, ambos com presença marcante na Bienal de São Paulo, por exemplo. Na mesma Bienal tiveram excelente participação Camilo Mori, John Egenau, Matilde Perez, Lily Garafulic, entre outros.

A estética de Gonzalo Díaz está ligada à referida Escena de Avanzada e relacionada com Eugenio Dittborn, Juan Domingo Dávila e Alfredo Jaar, criadores de uma reputação sólida. Estes são nomes que, paralelamente aos de John Downey e Arturo Duclos, não podem faltar para se entender as artes plásticas contemporânea do Chile. 

A pintura chilena no mundo também foi representada por artistas exilados, que viveram e criaram no estrangeiro após o golpe militar de 1973 e motivou o livro "La Memoria Gráfica del Exilio Chileno 1973-1989” (A memória gráfica do exílio chileno 1973-1989).

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