Tinta e talento nacional

Revistas chilenas

O talento nacional se manifesta em diversas publicações de humor, politicamente corretas, entre outras.

martes, 03 de agosto de 2010  
revistas

Em 2000, após a prisão do ex-ditador chileno Augusto Pinochet em Londres, um grupo de jovens criou um irreverente e sarcástico jornal que chamaram de The Clinic, em referência ao recinto médico onde Pinochet foi detido. Misturando humor e cultura, hoje é um dos jornais mais comentados e polêmicos e em suas páginas costumam escrever políticos, escritores e intelectuais.

A diversidade ideológica e política se expressa em revistas tradicionais de atualidade, que incluem política, economia, notícias internacionais, tendências e negócios. Entre outras, estão Qué Pasa, Paula, dirigida principalmente a público feminino; e Ercilla, publicada desde 1933.

Também existem publicações de conteúdos variados como Cosas e Caras que, a cada 15 dias, publicam artigos de política, beleza, moda e, especialmente, fatos protagonizados por integrantes da alta sociedade local e mundial.

A revista de gibi mais popular do país é chamada de Condorito. Suas aventuras têm transcendido as fronteiras e sua origem tem sido atribuída inclusive a outras latitudes, em desmedro do chileno René Ríos Boettiger, mais conhecido por Pepo.

Outras opções mais segmentadas são El Periodista, El Ciudadano e El Guardián de la Salud, junto com as políticas El Siglo e Punto Final. O abanico de revistas está marcado pela diversidade e inclui de revistas para amantes dos esportes de aventura, da moda, de noivos, dos adolescentes, da arquitetura, da televisão e das minorias sexuais.

img_banner