Estudantes de intercâmbio

Até 700% cresce matrícula de estrangeiros em universidades chilenas

Plantéis tradicionais registram forte alta na última década, liderada por jovens provenientes dos Estados Unidos em sua maioria.  

jueves, 17 de marzo de 2011  
Aunque existen planes gratuitos, el valor de los aranceles para los forasteros promedia US$ 3.000 en Chile. (Gentileza Universidad Austral)

Várias universidades do Chile têm experimentado um aumento de até 700% na matrícula de alunos estrangeiros, que chegam para estudar, aprender espanhol e viajar, segundo constatou o jornal La Tercera.

Há duas décadas a Pontifícia Universidade Católica (PUC) recebeu os primeiros 22 estudantes estrangeiros provenientes de Stanford. Há 10 anos, essa cifra superou os 600, já em 2010 anotou um novo aumento, 1.400.

"Temos estudantes dos cinco continentes, com uma forte presença dos alunos norte-americanos, que alcança 50% do total", explicou ao matutino de Santiago sua diretora de Relações Acadêmicas Internacionais, Nuria Alsina.

Em 2001, a Universidade de Chile teve quase 800 estudantes de intercâmbio, cifra que este ano chegará a 1.400, entre os quais se contarão 55% de norte-americanos, 35% de europeus e 5% de asiáticos.

A Universidade Católica de Valparaíso, na boêmia cidade portuária localizada a pouco mais de uma hora da capital, atualmente conta com cerca de 850 jovens forasteiros, que optam a matérias curriculares e a programas de voluntariado ligados ao cuidado e à restauração do patrimônio local.

La Tercera detectou 112 estudantes de 12 nacionalidades na Universidade de Valparaíso, enquanto que na Universidade Federico Santa María aumentaram de 15 para 150 os estrangeiros na última década.

A Universidade Adolfo Ibáñez, por último, elevou de 30 a 250 os estudantes internacionais, que provêm de 50 universidades de diferentes países, acrescentou este meio de comunicação escrito.


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