Referente do turismo mundial
Santiago do Chile é uma das 10 cidades top para o Lonely Planet
Na sua qualidade de sede dos Jogos Olímpicos, a cosmopolita Londres encabeçou a lista de destinos imperdíveis para 2012.
miércoles, 23 de noviembre de 2011
Categoría: Turismo - Referências Mundiais
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O popular guia de viagens Lonely Planet elegeu Santiago como uma das 10 cidades top para visitar em 2012, em uma lista que se centrou nos grandes eventos esportivos e nos programas culturais.
A capital do Chile foi destacada pelo “desafiante otimismo” dos seus habitantes logo após as dificuldades que o país teve que enfrentar como o terremoto de 2010 e o épico salvamento dos mineiros no deserto do Atacama.
Lonely Planet destacou Santiago no sétimo lugar do ranking pelo papel central que o esporte e a cultura têm assumido, bem como pela inauguração de museus e grandes feitos arquitetônicos como a torre Gran Costanera, o arranha-céu mais alto da América Latina.
Como programas, a publicação citou a “excitante” vida noturna e a possibilidade de escalar os picos dos Andes no verão, esquiar em julho –durante o inverno austral- ou percorrer de bicicleta os vinhedos dos “idílicos” vales do Maipo, Casablanca e Colchagua.
O ranking foi encabeçado por Londres - que na próxima temporada receberá os Jogos Olímpicos-, a “mais internacional” das cidades do mundo, segundo a qualificação deste meio especializado na sua página em Internet.
Logo depois apareceram a capital de Omã, Mascate, que oferece de museus até luxuosos centros de férias; a “extravagante” Bangalore, no sul da Índia, e Cádiz, pelo seu carnaval de fevereiro e pela sua qualidade de capital ibero-americana da cultura em 2012.
O quinto lugar ficou para a “sedutora, acolhedora e cosmopolita” Estocolmo, que precedeu Guimarães (Portugal) com a sua “impressionante” beleza medieval, bem como pela infinidade de programas e pelos 11 mil restaurantes de Hong Kong.
O jogo das estrelas da NBA e o boêmio bairro de Milk District permitiram que Orlando se situasse em nono lugar, enquanto a última vaga foi para a tropical Darwin, a mais setentrional das cidades da Austrália.
Imagem: cortesia Pedro Peanno