Crescimento anual de 13,5%
Mineração empurrou aumento das exportações chilenas durante 2011
Envios totalizaram US$ 80,6 bilhões cujos principais destinos foram a China, os Estados Unidos, o Japão e o Brasil.
jueves, 01 de marzo de 2012
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Com a considerável e tradicionalmente contribuição da mineração, as exportações do Chile totalizaram US$ 80,6 bilhões durante 2011, 13,5% a mais em relação à temporada anterior, informou o Banco Central.
A indústria se destacou pelo seu dinamismo, com um aumento de 21,4%, da mesma forma que os setores da agricultura, fruticultura, pecuária, silvicultura e a pesca extrativa com um incremento de 11,7%.
E apesar de ter apresentado um aumento mais moderado, de 9,3%, outra vez a mineração leva a dianteira na economia nacional, com envios de US$ 49,2 bilhões.
Na verdade, os principais produtos que contribuíram ao aumento das exportações foram os cátodos de cobre refinado, cujos envios subiram em US$ 1,8 bilhão; cobre para o afino, com um aumento de US$ 800,8 milhões, e o ferro sem aglomerar, com um crescimento de US$ 535,8 milhões.
Os destinos mais dinâmicos para as exportações nacionais foram a Europa, com um incremento de 20,8% principalmente graças à demanda dos Países Baixos, da Espanha e da Itália, e a América, com 17,1% a mais em relação a 2010, onde contribuíram os Estados Unidos, o Brasil, o Peru e a Colômbia em particular.
Não obstante, a zona geográfica que concentrou o maior valor foi, de longe, a Ásia com US$ 37, 4 bilhões, com a supremacia da China (US$ 17,9 bilhões), o principal comprador dos bens e serviços do Chile no mundo.
Bastante atrás do gigante oriental apareceram os Estados Unidos (US$ 9 bilhões), o Japão (US$ 8, 8 bilhões), o Brasil (US$ 4, 4 bilhões), a Coreia do Sul (US$ 4, 3 bilhões) e os Países Baixos (US$ 3, 4 bilhões).
Por outro lado, as importações chegaram a US$ 74,2 bilhões durante 2011, mostrando um crescimento de 25,9% em relação ao ano precedente.
A mineração foi o setor de maior dinamismo, com um aumento de 50,2%, superando a agricultura, a fruticultura, a pecuária, a silvicultura e a pesca extrativa (40,2%) e a indústria (22,3%).
Nas importações, destacou-se o aumento do valor das internações de petróleo cru(US$ 2, 2 bilhões); petróleo diesel (US$ 809,8 milhões); automóveis (US$ 544,7 milhões) e hulha betuminosa (US$ 392,2 milhões).
A respeito da origem das importações, destacou-se o crescimento da América (34,6%), da Europa(29,2%) e da Ásia (10,7%). Nesse sentido, os países que mais contribuíram individualmente foram os Estados Unidos, a China, o Brasil, a Alemanha e o Peru.
Com estas cifras, o Chile fechou 2011 com um intercâmbio comercial de US$ 154,8 bilhões, o qual se traduziu em um aumento de 19,1% em comparação com a temporada passada.