O Chile se converte no país mais pacífico da América Latina

Com a Islândia e a Somália nos extremos, o Índice de Paz Global avaliou 158 países, que concentram 99% da população.

jueves, 21 de junio de 2012  
Chile se convierte en el país más pacífico de América Latina

Em 2012, com um salto de oito lugares, até o 30°, o Chile se tornou  o país mais pacífico da América Latina, segundo a última edição do Índice de Paz Global (IPG) do Instituto para a Economia e a Paz (IEP).

O Uruguai obteve o segundo lugar regional, que perdeu 12 lugares com respeito a 2011 e ficou no 33°, já o terceiro lugar foi para a Costa Rica, que caiu cinco e apareceu no 36° lugar.

Posteriormente, se destacaram Argentina (44°), Cuba (70°), Paraguai (76°), Peru (79°), Nicarágua (81°), Brasil (83°), Bolívia (84°), Equador (85°), República Dominicana (90°) e Trinidad e Tobago (94°).

Mail além do 100° puesto ficaram Haití (107°), El Salvador (111°), Jamaica (113°),Venezuela (123°), Guatemala (124°), Honduras (129°), México (135°) e Colômbia (144°).

Em um contexto global mais pacífico, a América Latina experimentou um incremento geral da paz, visto que 16 das suas 23 nações registraram aumentos nas suas pontuações, destacou o IEP.

O organismo tem observado uma mudança nas prioridades mundiais nos últimos seis anos. “As nações têm se tornado externamente mais pacíficas, já que competem mediante meios econômicos em lugar de militares”, acrescentou.

O IEP também destacou a “grande brecha” entre as democracias e outros tipos de governo, pois as democracias defeituosas funcionam “substancialmente melhor” que os regimes híbridos e autoritários, por exemplo.

Finalmente, advertiu que a paz tem um efeito “pegajoso”, pois “raras vezes” se modificaram os lugares no grupo mais avançado -composto por Islândia (1°), Dinamarca (2°), Nova Zelândia (3°), Canadá (4°) e Japão (5°)-, como entre os que fecham o listado, ou seja, República Democrática do Congo (154°), Iraque (155°), Sudão (156°), Afeganistão (157°) e Somália (158°).

Tal como tem sido feito desde 2007, a pesquisa abordou os conflitos internos e internacionais, a tranquilidade e a segurança na sociedade e a militarização em 158 países –cinco mais que em 2011 e que em conjunto agrupam 99% da população mundial- por meio de 23 variáveis.

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